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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Meus Amores

Hoje eu quero falar de amores. Daqueles que tenho e daqueles que ainda terei. Minha mãe, meu marido,meus filhos...Os maiores! Meus amigos...a azeitona da empada ( amo azeitona)! Daquelas amigas que estou conhecendo agora ou daquelas que eu vou conhecer daqui a pouco. Meus amores, vocês me fazem tão feliz. Ah, se vocês soubessem...
E o que falar do amor que sinto em minha própria companhia? Brigo comigo às vezes, puxo minha orelha mas também me afago quando preciso de um colo. Eu me mimo muito, me culpo, me invento, me amo mesmo. Há muito aprendi a se feliz aqui e agora, sem ficar esperarando o dia que eu for magra, estiver dirigindo, ou viajando pra aquele tal lugar. E ultimamente estou aprendendo a ser feliz mesmo sabendo que não é isso que algumas pessoas esperam. A verdade lliberta a alma da gente. Eu prezo muito ser livre. Ainda não sou, mas um dia vou ser. E aí vou ser plena. Por isso me amo e me incluo nos meus próprios amores porque dentro de mim vou onde eu quero, na hora que eu quero. E o sabor da liberdade é doce e refrescante. Bjs!
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Meu jardim
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Parei de jantar

Então, até que essa parte não foi difícil. Posso dizer que esse não é meu horário de pico. Explico: a "larica" começa a me pegar assim que eu acabo de almoçar. Eu deveria estar de barriga cheia nessa hora, mas me dá uma vontade louca de beliscar até a hora do lanche da tarde. É aí que eu preciso agir e estou. estou almoçando bem pouquinho e maneirando também no lanche. A balança agradece e está indo para os 76. Essa semana caminhei por meia hora, sei que é pouco, mas senti dificuldade. Meu cardio vascular está zerado. Semana que vem espero que seja melhor. Bjs!
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Promessas vãs
E aí? Eu sempre fui magrinha, até ir pra faculdade. Lembro ainda de um tempo em que não saía dos 49kg. Não queria engordar nem tampouco emagrecer. Cheguei aos 53 e fiquei gostosa. "A gostosa de hoje é a baranga de amanhã", alguns dizem. Essa frase é uma verdade pra quem não se cuida como eu.
Casei aos 28 com 50kg. Tive meu primeiro filho 2 anos depois e fui pra 58. Fiz dieta sem remédio e entrei na sanfona: 54, 58,60...engravidei novamente aos 33 anos e cheguei aos 63kg. Corri pro Vigilantes do peso. Voltei pra 56kg. Daí em diante foi aquela briga com a balança até que aos 39 anos e 67kg, engravidei sem planejamento do meu terceiro filho. Dei à luz , voltei pra 70kg e dá-lhe Vigilantes. Meio desacreditada e desmotivada, emagreci pouco. Saí do VP com 68Kg. Mantive por 1 ano e desembestei: voltei das férias de fim de ano com 80! Fiquei bem triste e comecei a diminuir o exagero. Hoje estou com 77kg. Não quero mais me fazer "promessas vãs". Estou com 43 anos, tenho 1,57m. Meu IMC é 31,24- obesidade grau 1. Meu peso deveria ser entre 46 e 62kg.
Bem, que a tarefa é simples eu sei porque basta gastar mais do que se ingere. Mas ainda assim simplicidade e facilidade são coisas bem diferentes.
Antigamente eu via uma mulher gorda e pensava: Como ela pode ter chegado a esse ponto? É só fechar a boca! Vai perder o marido por relaxamento! Como eu estava longe de saber como a gente luta contra um vício!
Então o plano é o seguinte: como pimpolho número 3 vai pra escola esse ano pela primeira vez, vou ter também pela primeira vez as manhãs livres para caminhadas. E...parar de jantar, se o meu compadre Paulo( marido da Lene e cozinheiro) e a Cristina( que arrebente na cozinha e vive me convidando) deixarem! Sem falar de maridex, e pimpolho número 2 que não vivem sem jantar! Ufa! Vai ser árdua essa parte.
Falando sobre as dificuldades com minha irmã Zane, eu dizia: "eu sei que tenho que emagrecer..." E ela: " então por que não emagrece? Simples assim.
Prometo ( hum-hum) atualizar aqui no blog as pesagens e tudo o mais que disser respeito à minha reeducação à mesa. Bjs e...fui!
Casei aos 28 com 50kg. Tive meu primeiro filho 2 anos depois e fui pra 58. Fiz dieta sem remédio e entrei na sanfona: 54, 58,60...engravidei novamente aos 33 anos e cheguei aos 63kg. Corri pro Vigilantes do peso. Voltei pra 56kg. Daí em diante foi aquela briga com a balança até que aos 39 anos e 67kg, engravidei sem planejamento do meu terceiro filho. Dei à luz , voltei pra 70kg e dá-lhe Vigilantes. Meio desacreditada e desmotivada, emagreci pouco. Saí do VP com 68Kg. Mantive por 1 ano e desembestei: voltei das férias de fim de ano com 80! Fiquei bem triste e comecei a diminuir o exagero. Hoje estou com 77kg. Não quero mais me fazer "promessas vãs". Estou com 43 anos, tenho 1,57m. Meu IMC é 31,24- obesidade grau 1. Meu peso deveria ser entre 46 e 62kg.
Bem, que a tarefa é simples eu sei porque basta gastar mais do que se ingere. Mas ainda assim simplicidade e facilidade são coisas bem diferentes.
Antigamente eu via uma mulher gorda e pensava: Como ela pode ter chegado a esse ponto? É só fechar a boca! Vai perder o marido por relaxamento! Como eu estava longe de saber como a gente luta contra um vício!
Então o plano é o seguinte: como pimpolho número 3 vai pra escola esse ano pela primeira vez, vou ter também pela primeira vez as manhãs livres para caminhadas. E...parar de jantar, se o meu compadre Paulo( marido da Lene e cozinheiro) e a Cristina( que arrebente na cozinha e vive me convidando) deixarem! Sem falar de maridex, e pimpolho número 2 que não vivem sem jantar! Ufa! Vai ser árdua essa parte.
Falando sobre as dificuldades com minha irmã Zane, eu dizia: "eu sei que tenho que emagrecer..." E ela: " então por que não emagrece? Simples assim.
Prometo ( hum-hum) atualizar aqui no blog as pesagens e tudo o mais que disser respeito à minha reeducação à mesa. Bjs e...fui!
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Chuva
Estou na casa da minha mãe. Saí com meu filho number 2 pra cortar o cabelo dele que estava parecendo uma peruca!Eis que quando saio do barbeiro, parecia que o céu vinha abaixo.Um temporal estava para desabar. Dramático? Pois é, e eu ainda tinha que comprar um chinelo pra ele pois o dele havia arrebentado( como essa criança arrebenta chinelos!). A sapataria era do outro lado da rua da casa da minha mãe( que morre de medo de tempestades por sinal). Então,passei correndo na sapataria e...fiquei presa lá por mais de uma hora! Primeiro chovia muito forte e eu sem guardachuva e de chinelo.Resolvi esperar estiar e...a rua encheu! Parecia um rio caudaloso! Exagero? Tô falando sério! Até a água baixar e eu poder atravessar com o Dudu( que se divertia muitíssimo) levou tempo. A água invadiu até a sapataria. Pouco,mas invadiu.Os vendedores enlouquecidos colocando mercadoria em cima das cadeiras. As crianças chorando com medo. Eu sou muito tranquila. Minha preocupação, era pensar que minha mãe estaria preocupada comigo na rua. Mas tudo ficou bem. A água baixou e eu retornei pra fazer esse post sem fotinha porque o computer da mami é muito lentinho.Bjs!
sábado, 14 de janeiro de 2012
O drama alheio

Algumas pessoas que me conhecem, ficam me sacaneando dizendo que eu gosto de dramas. Tipo aquelas reportagens em que mostram tragédias. É, eu páro para prestar atenção sim. A Aninha fala "Ué, tia, como vc gostou desse filme se ninguém morreu de câncer ou não houve nenhum acidente fatal?". Pois é, eu tenho que aturar essas coisas e até entendo que eles pensem isso. Meu marido joga nesse time também e diz que eu sou igual à minha mãe. Mas...eu sei o que penso nessas horas. Não são os detalhes da tragédia que me chamam a atenção. Eu sempre me interessei por gente. Eu sempre quero saber do depois de tudo aquilo. O que faz uma pessoa levantar depois da queda? O que ela pensou naquele momento? Mais do que a dor que ela sentiu na hora, qual a dor que a angustia agora? O que eu poderia fazer por ela se estivesse perto? O que eu diria? E se fosse eu a passar por aquilo? Minha cabeça ferve. Qual a explicação que o cara vai dar quando comete um crime? O que ele pensa, será que pensa? Tudo isso me intriga. A cabeça das pessoas. Como pode haver um ser humano que pensa desse ou daquele jeito? Um pai que perde todos os seus filhos e ao invés de se matar, cria uma ONG. Já outro vai lá e se vinga. Quando eu vejo uma tragédia, eu vejo algo mais. Talvez eu veja a capacidade de aprender alguma coisa dali.
Então esse post de hoje me foi inspirado por uma pessoa que eu não conhecia e que, na verdade nem conheço mesmo. Explico: eu frequento o Gefis (Grupo Espírita da Fraternidade Irmã Scheilla). Quem quiser saber um pouco mais, clica no link www.centrogefis.blogspot.com. Eu faço parte do departamento do artesanato, como já comentei aqui. Hoje foi dia e teve reunião com as irmãs da evangelização das crianças. E nessa reunião tinha uma senhora que estava indo pela primeira vez. Ela foi com um menino de uns 4 anos e um bebê de 7 meses. Uma senhora simples, com crianças gordinhas e bem cuidadas. Ela não sabia se segurava a criança ou se preenchia a ficha. As pessoas olhavam pra ela, reparando nos detalhes. Era mãe? Parecia mais velha. Eu reparava também (feio isso, né?), as pessoas são assim e eu não sou diferente. Eu reparei ela dando um beijo no bebê e isso me deu prazer. Mas em dado momento, a expositora falou, acho que sobre as dificuldades da vida e a senhora começou a chorar. As crianças eram 2 dos seus netos abandonados pela filha que se droga com maconha e crack. Ao todo são 8 crianças pra ela sustentar sem ter visivelmente condições. E mais uma vez eu vi no beijo que ela deu no bebê e em suas lágrimas uma pessoa por trás da tragédia. Eu vi a força naquela mulher tão simples, que eu talvez não tivesse. Eu vi. E o meu dia foi diferente por causa dela e eu espero conhecê-la melhor e aprender que a gente não vem aqui à passeio. E que talvez a cobrança seja maior para aqueles que vivem no ar condicionado de suas casas com suas mechas californianas, e que nem olhem pra vizinho. Eu sinto vergonha de não ajudar e eu não faço 5% do que sei que sou capaz de fazer. Porque eu acho que não basta ter consciência, é preciso arregaçar as mangas e por isso eu peco. Então é isso...
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